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|- Saber o que é consumidor

 

                Para ser consumidor, basta estar vivo. Andar na rua, comer, viajar, fazer uma cirurgia...Toda e qualquer atividade relacionada com a compra de um produto ou a contratação de um serviço caracteriza uma relação de consumo.

|- Redes Sociais
|- GWC

|- Importante: Cuidados necessários para as compras via Internet?

             A par de todas as recomendações abaixo listadas, recomenda-se que o consumidor estabeleça um diálogo prévio com o fornecedor, de tal sorte que, na hipótese de ocorrer algum problema (atraso na entrega, produtos com problema, cancelamento, devolução, pagamento, reembolso, etc) saiba efetivamente como e quais serão os procedimentos a serem adotados. Se o fornecedor sequer responder sua solicitação, atenção! Este é um alerta para sua não contratação. Portanto, recomendamos os seguintes cuidados:

|- Ser um bom consumir

            

             Conheça  os seus direitos e brigue por eles. Fique atento a tudo o que envolve o produto ou serviços: a  qualidade do atendimento na loja, a informação no rótulo do produto, as cláusulas de um contrato...O bom consumir é consciente e atuante, exercendo plenamente o direto de cidadania.

 

|- Fazer valer a sua palavra

            

             A palavra do consumir tem sempre mais peso do que a do fornecedor. Ele é considerado, perante a lei, a parte mais fraca na relação com o fornecedor. Use desse trunfo para facilitar a defesa dos seus direitos, mas não dispense as provas documentais e testemunhas.

 

|- Exigir sempre a nota fiscal

            

             Só faça um pagamento mediante nota fiscal ou outro comprovante que discrimine, por escrito, o produto ou serviço consumido. A nota é o "coração", a peça vital na relação de consumo. É o grande trunfo do consumidor na briga pelos seus diretos. Além disso, garante o recolhimento de impostos, que gera benefícios à população, como novas escolas ou hospitais. Reserve um lugar para guardar as notinhas. Um dia você pode precisar.

 

|- Denunciar ao órgão competente

            

             Leve a sua reclamação aos organismos públicos de defesa do consumidor: PROCON, DECON e o Ministério Público, com promotores de justiça designados para o assunto. Você pode também acionar uma delegacia de polícia. Todo delegado é obrigado a conhecer as leis de defesa do consumidor. A autoridade deve fazer um Boletim de Ocorrência e instaurar inquérito policial. O delegado que se recusar a encaminhar o caso deve ser denunciado à Corregedoria de Polícia. Muitas empresas possuem um departamento que atende queixas do consumidor. E sabia ainda que você pode recorrer às associações não governamentais, criadas pelos próprios cidadãos e que, aos poucos, se espalham pelo país.

 

|- Recorrer ao Juízo Especial de Pequenas Causas

            

             Um caminho eficiente e rápido para causas com valor de até vinte salários mínimos. No Juizado Especial de Pequenas Causas, os processos são resolvidos em no máximo três meses e o serviço é gratuito. Se a sua causa ultrapassa os vinte salários mínimos e você quer recorrer ao Juizado, é preciso abrir mão do valor excedente.

 

|- Dar voz de Prisão

            

             Qualquer brasileiro pode e deve prender em flagrante delito uma pessoa que estiver cometendo uma infração penal, logo após tê-la ou cometido durante uma perseguição feita pelo ofendido ou por uma autoridade. Após dar a voz de prisão, conduza o infrator até uma delegacia ou chame a polícia ao local. Atenção: a prisão em flagrante só pode ser feita nas infrações em que a lei prevê reclusão (artigo 301 e 302 - Código Penal).

 

|- Juntar forças em ações coletivas

            

             Comunidade lesada por órgão público ou empresa privada deve agir unida. Mobilize o grupo para ingressar com uma ação coletiva. Faça um abaixo-assinado, um histórico do caso e vá defender em conjunto o direito de todos na justiça.

 

|- Guardar esta data: 11 de setembro de 1990

            

             Nesse dia foi criado o Código de  Proteção e Defesa do Consumidor (CPDC) através da assinatura da Lei nº 8.078. Apenas as relações de consumo, inclusive assinaturas de contratos, ocorridas a partir dessa data são regulamentadas pelo Código. Para casos anteriores, existe legislação que ainda está em vigor e que pode ajudar o consumidor (Lei nº1.521, de 26.12.51; Lei nº 4.137 de 10..09.62; Lei Delegada nº 4, de 26.09.62; Lei nº 7.347, de 24.07.85; Lei 8.002, de 14.03.90).

 

|- Deixar "bom para ambas as partes"

            

             É melhor um acordo razoável do que uma boa briga. Antes de procurar justiça, negocie, consciente dos seus direitos e obrigações garantidos pelo Código de Proteção  e Defesa do Consumidor
Use firmeza e bom senso na busca de uma solução rápida e boa para ambas as partes.

 

 

Fonte de Pesquisa: Guia Russomanno do Consumidor: Celso Russomanno - Bell Kranz - Carlos Adese Jr Editora:Saraiva.

|- Mobile Marketing

 

             Está em ascensão e cada vez mais vai precisar se diferenciar por meio de conteúdos relevantes e criativos, fazendo com que o consumidor se sinta interessado e persuadido pela interatividade proporcionada pelo mesmo.

             Porém, existe um ponto em que muitas empresas que (muito) provavelmente utilizam e/ou utilizarão esse tipo de Marketing, devem prestar atenção: no OPT-IN.

             Pra quem não sabe (de forma resumida) o OPT-IN corresponde ao conjunto de regras segundo às quais as mensagens de marketing devem ser enviadas, apenas para aqueles que expressem, previamente, o seu consentimento. Neste caso (mobile marketing) se refere ao fato dos consumidores receberem algum conteúdo mobile e/ou participarem de alguma ação relacionada ao mesmo.

|- GOOGLE GLASS

 

             E o futuro? Qual a próxima grande coisa?

 

             Phil Libin acredita na evolução dos produtos inteligentes, como o Google Glass e iWatch. Para ele, em dois ou três anos, a presença destes dispositivos de usar (ou wearable devices) no cotidiano será enorme. O executivo afirma que o impacto destas mudanças será ainda maior do que a transição de PCs para smartphones.

 

             Para ele, as grandes empresas de hoje terão grande dificuldade em se adaptar. O segredo está em entender a interação que os usuários terão com os diferentes dispositivos inteligentes do futuro, como óculos, relógios, geladeiras, etc. A ideia não é ter um app para cada, mas sim focar na interação integrada, consistente e inteligente, sabendo onde mostrar as informações que o usuário precisa e quando precisa.

 

 

Parte do texto extraído do site da uol.

- O que é um Produto?

            

             O produto é tido como o elemento mais importante do composto de marketing. Trata-se de algo que pode ser ofertado a um mercado com a finalidade de satisfazer um desejo ou necessidade de quem o irá consumir. Tais produtos incluem: serviços, bens físicos, locais, pessoas, organizações e ideias. 

 

|- Cinco Níveis de um Produto:

 

1) Benefício Núcleo: serviço fundamental que o consumidor está realmente comprando.

 

2) Produto Genérico: trata-se de uma versão básica do produto.

 

3) Produto Esperado: diz respeito a um conjunto de atributos e condições que os compradores, geralmente, esperam e concordam quando adquirem este produto.

 

4) Produto Ampliado: é aquele que inclui serviços e benefícios adicionais que distinguem a oferta da empresa das outras concorrentes.

 

5) Produto Potencial: trata-se de todas as ampliações e transformações que este produto deve sofrer no futuro. 

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|- Consumidor

|-   O que é Produto?

             Só para vocês entenderem melhor… as novas formas de se utilizar a tecnologia em ações de marketing, proporcionaram diversas plataformas de entretenimento, relacionamento e interação das marcas com os consumidores e com isso, muitas empresas(despreparadas) acabaram por usar toda essa tecnologia, criatividade e plataformas, de um modo errôneo e antiético, passando por cima da privacidade e dos interesses dos próprios consumidores em querer receber o seu conteúdo e/ou em fazer parte de suas ações, com isso, se criou um certo receio por parte de muitos consumidores em participar e, de até, em chegar perto de ações desse formato.

             Com isso, foi criado um Código de Conduta, que em outras palavras, são regras de ética para a utilização de ações desse tipo e este, possui 5 categorias: notícia; escolha e consentimento; customização e restrições; segurança; controle e responsabilidade. Uma delas(básica e inicial) por exemplo, é a ”notícia”, que significa a descrição de termos e condições de uma campanha de marketing.              Outra bem importante, é o uso do OPT-IN e OPT-OUT, que é o simples fato de você fazer com que o seu consumidor APROVE receber algum conteúdo da sua marca e/ou participar de alguma ação nesse formato ou também, ter a opção de poder cancelar ou desistir de participar dos mesmos.

 

             Esse é apenas um, dos diversos pontos que devem ser analisados pelas empresas antes de criar uma ação de mobile marketing.

|- Dica de leitura

 

KOTLER, P. Administração de Marketing. 4. Ed.

São Paulo: Atlas, 1996. 676p.

 

             Um livro indispensável para todos que querem entender o mundo do Marketing e de como funciona essa negócio que move bilhões por ano no mundo inteiro.

             Buscar informações sobre o site, verificando se há reclamações no cadastro do Procon de seu Estado ou Município, e, ainda, coletando referências com amigos ou família;

             Verificar qual o endereço físico do fornecedor e se existe algum telefone ou e-mail para esclarecimento de eventuais dúvidas.

             Verificar os procedimentos para reclamação, devolução do produto, prazo para entrega, etc;

             Verificar as medidas que o site adota para garantir a privacidade e segurança dos usuários;

             Não fornecer informações pessoais desnecessárias para realização da compra;

             Guardar todos os dados da compra, como nome do site, itens adquiridos, valor pago e forma de pagamento, numero de protocolo da compra ou do pedido, etc;

             Guardar em meio eletrônico ou mesmo impresso a confirmação do pedido, e-mails trocados com o fornecedor que comprove a compra e suas condições;

             Verificar se há despesas com fretes e taxas adicionais, bem como o prazo de entrega da mercadoria ou execução do serviço;

             Identificar o endereço físico da empresa e seus dados cadastrais, como CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. O consumidor pode checar os dados cadastrais da empresa acessando www.registro.br;

             Exigir Nota Fiscal;

             Imprimir o contrato firmado ou arquivar em meio digital seguro que permita uma futura impressão.

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